Tesão
É o encontro de um ferro com um canal. O Ferro olha o canal com amor, pára diante dele, e o observa com desejo, loucura e paixão. E, de repente, decide invadir esse canal, e penetra-o com força e devagar, com amor e carinho, derrubando todas as barreiras pela frente e vencendo todos os obstáculos do caminho, até chegar ao céu do canal, feliz e satisfeito. Então, ele diz: “é gol”. E ela responde sorrindo: “que golaço”.
É o encontro perfeito entre 2 olhares que se amam, se atraem e se desejam.
É a conexão sexual entre uma bengala bem dura e um buraco bem quente.
É o desejo de amar, o prazer de se encontrar, o orgasmo vital, louco e apaixonado entre um homem doido e uma mulher maluca, que se amam, se respeitam e se valorizam um ao outro.
É o macho e a fêmea encaixados sexualmente.
É o amor transformado em sexo.
É o desejo que se faz prazer.
É o prazer do orgasmo pleno de paixão.
É a vida cheia de força e energia, capaz de levantar os mortos e caídos, superar tristezas e angústias, ultrapassar o abismo da morte sem nele cair, transcender os limites do corpo e as fronteiras da alma.
É o amor pleno, rico em conteúdo, feliz da vida e satisfeito com sua parceira de cama e companheira de caminhada.
É o fogo que aquece o desânimo, o calor que esquenta a depressão, as brasas quentes que dão vida e amor ao cotidiano carregado de problemas, conflitos e dificuldades.
É a realidade viva onde o amor penetra para ser paixão e emoção, amizade e generosidade, fraternidade e solidariedade.
É o dia a dia que se transforma para melhor.
É a situação convertida na bondade produtora de concórdia e convergência.
É a circunstância de metamorfose interior em que o bem se cria e a paz reina entre todos e cada um.
É a condição da ordem pessoal e social.
É o bem na família, a alegria na rua e a felicidade no trabalho.
É o otimismo das pessoas que sorriem com alegria e contentamento.
É o lado positivo da vida.
É a energia para cima e para a frente.
É a força dos amantes e a beleza das amadas.
É a vida que vence.
É Deus que abençoa.
É a bênção do Senhor.
Eis o Tesão.
Porque a vida é um tesão.
Eis o seu sentido e a sua razão de ser, pensar e existir.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
O Advogado da Mulher
Em defesa da mulher
Se eu tivesse um dia de escolher entre a verdade e a mulher, eu acho que certamente eu optaria pela mulher.
Porque a mulher é mais verdadeira do que a própria verdade.
A Mulher é a verdade do homem.
A Verdade da Vida.
A Verdade da criação de Deus.
A Verdade da natureza e do universo.
Com a mulher, a verdade se restabelece, pois ela junto com o homem são a ordem da sociedade, o bem da humanidade e a paz dentro de qualquer realidade.
Ela, com seu jeito de ser, sua maneira de viver e se comportar, seu modo de encarar a vida e a existência, possibilita ao seu homem, seu macho de verdade, parceiro de cama e companheiro de estrada, a harmonia da família, a beleza da sexualidade, a grandeza de Deus e a riqueza de uma vida de trabalho e de luta de onde se tira o pão nosso de cada dia.
Sim, ela é a verdade pura, genuína e cristalina da vida que se vive, do ambiente em que trabalhamos diariamente, do tempo e da história cujo sentido é o amor e o sexo entre o homem e a mulher que se amam.
De fato, ela é mais verdadeira do que a verdade.
Porque a partir dela unida ao homem se reordena a temporalidade, se consegue disciplinar o comportamento social e cultural, político e econômico, se obtém a organização dos conhecimentos apreendidos, se racionalizam as experiências cotidianas, condicionando então entre nós o bem e a paz de que precisamos para a nossa felicidade completa, a fraternidade e a solidariedade que nos faz ser amigos das pessoas e generosos com os pobres e menos favorecidos.
Com efeito, a presença da mulher em quaisquer situações de vida dentro do contexto real em que vivemos no dia a dia da nossa vida, é sinal de comunhão entre grupos e indivíduos, de sintonia entre consciências e práticas, de harmonia entre os seres e as coisas com que lidamos durante o dia e a noite.
Sinto que a insistência da mulher na vida diária nos causa tranqüilidade na alma e calma interior, porque o seu corpo feminino e o seu espírito sempre jovem nos dá a sensação – pelo menos eu observo isso – de que Deus está vivo no meio de nós, já que a pessoa da fêmea contagia o ambiente masculino e toca o coração dos machos, através do seu romantismo natural, da sua sensibilidade cordial e do seu sentimento musical.
Sim, ela é aquela música que nos faz bem, aquele livro que enriquece a nossa mente, aquele relógio que bem administra o nosso tempo, aquele rádio que atualiza as notícias que temos necessidade de saber, aquela televisão que torna alegres diante da tristeza, sorridentes perante o desespero e otimistas quando o mal-estar se apresenta e as angústias e aflições se instalam em nosso meio familiar ou de trabalho.
Ela também é aquele computador que através da internet nos conecta com o mundo inteiro.
Pois ela é sempre sensível e interativa, global e universal, dinâmica e trabalhadora embora muitas vezes sofredora, comunicadora perfeita, a excelente atriz que gostamos de ver, a boa profissional com que sempre queremos trabalhar, a vocacionada para o amor, a beleza sexual, o prazer de viver e o orgasmo mais feliz que podemos gerenciar.
Parece que a mulher é completa, ou se completa com o homem.
Todavia, ela é verdadeira, mais transparente do que o homem, mais autêntica que seus inimigos e adversários.
Adoro ouvir os conselhos de uma mulher, sobretudo quando ela tem a esperança da criança, a juventude da vida e a maturidade do sexo.
Ela, sempre linda aos meus olhos, seja ela nova ou velha, pequena ou grande, rica ou pobre, feia ou bonita, quente ou fria, fogão ou geladeira, apaixonada ou louca, desejosa ou amorosa, sexualista ou sexualizadora, professora de sexo ou não na teoria ou na prática...
Porque toda mulher é a verdade do homem.
Mais verdadeira que as outras verdades que existem e insistem na sociedade dos homens.
Ela, a verdade de Deus.
Se eu tivesse um dia de escolher entre a verdade e a mulher, eu acho que certamente eu optaria pela mulher.
Porque a mulher é mais verdadeira do que a própria verdade.
A Mulher é a verdade do homem.
A Verdade da Vida.
A Verdade da criação de Deus.
A Verdade da natureza e do universo.
Com a mulher, a verdade se restabelece, pois ela junto com o homem são a ordem da sociedade, o bem da humanidade e a paz dentro de qualquer realidade.
Ela, com seu jeito de ser, sua maneira de viver e se comportar, seu modo de encarar a vida e a existência, possibilita ao seu homem, seu macho de verdade, parceiro de cama e companheiro de estrada, a harmonia da família, a beleza da sexualidade, a grandeza de Deus e a riqueza de uma vida de trabalho e de luta de onde se tira o pão nosso de cada dia.
Sim, ela é a verdade pura, genuína e cristalina da vida que se vive, do ambiente em que trabalhamos diariamente, do tempo e da história cujo sentido é o amor e o sexo entre o homem e a mulher que se amam.
De fato, ela é mais verdadeira do que a verdade.
Porque a partir dela unida ao homem se reordena a temporalidade, se consegue disciplinar o comportamento social e cultural, político e econômico, se obtém a organização dos conhecimentos apreendidos, se racionalizam as experiências cotidianas, condicionando então entre nós o bem e a paz de que precisamos para a nossa felicidade completa, a fraternidade e a solidariedade que nos faz ser amigos das pessoas e generosos com os pobres e menos favorecidos.
Com efeito, a presença da mulher em quaisquer situações de vida dentro do contexto real em que vivemos no dia a dia da nossa vida, é sinal de comunhão entre grupos e indivíduos, de sintonia entre consciências e práticas, de harmonia entre os seres e as coisas com que lidamos durante o dia e a noite.
Sinto que a insistência da mulher na vida diária nos causa tranqüilidade na alma e calma interior, porque o seu corpo feminino e o seu espírito sempre jovem nos dá a sensação – pelo menos eu observo isso – de que Deus está vivo no meio de nós, já que a pessoa da fêmea contagia o ambiente masculino e toca o coração dos machos, através do seu romantismo natural, da sua sensibilidade cordial e do seu sentimento musical.
Sim, ela é aquela música que nos faz bem, aquele livro que enriquece a nossa mente, aquele relógio que bem administra o nosso tempo, aquele rádio que atualiza as notícias que temos necessidade de saber, aquela televisão que torna alegres diante da tristeza, sorridentes perante o desespero e otimistas quando o mal-estar se apresenta e as angústias e aflições se instalam em nosso meio familiar ou de trabalho.
Ela também é aquele computador que através da internet nos conecta com o mundo inteiro.
Pois ela é sempre sensível e interativa, global e universal, dinâmica e trabalhadora embora muitas vezes sofredora, comunicadora perfeita, a excelente atriz que gostamos de ver, a boa profissional com que sempre queremos trabalhar, a vocacionada para o amor, a beleza sexual, o prazer de viver e o orgasmo mais feliz que podemos gerenciar.
Parece que a mulher é completa, ou se completa com o homem.
Todavia, ela é verdadeira, mais transparente do que o homem, mais autêntica que seus inimigos e adversários.
Adoro ouvir os conselhos de uma mulher, sobretudo quando ela tem a esperança da criança, a juventude da vida e a maturidade do sexo.
Ela, sempre linda aos meus olhos, seja ela nova ou velha, pequena ou grande, rica ou pobre, feia ou bonita, quente ou fria, fogão ou geladeira, apaixonada ou louca, desejosa ou amorosa, sexualista ou sexualizadora, professora de sexo ou não na teoria ou na prática...
Porque toda mulher é a verdade do homem.
Mais verdadeira que as outras verdades que existem e insistem na sociedade dos homens.
Ela, a verdade de Deus.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
A Lei do Encaixe
A Lei do Encaixe
Assinada solenemente pelo Presidente do Brasil Luís Inácio Lula da Silva e aprovada unanimemente pelo Senado Federal e pela Câmara dos Deputados de Brasília, a nova e importante Lei do Encaixe louva, bendiz e glorifica a Deus, o Senhor, o Criador, o Autor da Vida, neste momento, entrando em vigor no território brasileiro a partir de sua publicação no Diário Oficial da União, sob o no.2626/2011, nesta Segunda-feira, dia 03 de Janeiro de 2011, dia do Padre, cujo Padroeiro é São João Maria Vianey, o Cura d’Ars.
O Conteúdo dessa Lei trata expressamente do amor entre o homem(macho) e a mulher(fêmea) com suas consequentes, humanas e naturais relações sexuais, partindo do desejo do olhar entre ambos, passando pelo namoro, noivado e casamento, e terminando no encaixe sexual cuja plenitude é o orgasmo – o prazer e o êxtase sexual completo, constituidor de família, filhos e netos, e garantindo assim a reprodução e a continuidade da espécie humana. Diz ainda essa Lei do Amor e do Sexo que tal relacionamento estabelecido pelo casal deve ser fruto do amor entre ele e ela, sem violência e sem agressividade, com respeito mútuo e responsabilidade recíproca, fundamentado naturalmente no Amor de Deus, garantia de fidelidade e segurança de vida de ambos os parceiros de cama e companheiros de caminhada. Eis portanto a nova Lei do Encaixe: pau no canal, ferro no buraco, bengala na caverna e canhão no caixote. Seguem abaixo as assinaturas dos responsáveis por esse processo de amor entre o homem e a mulher. Que Deus, o Senhor, nos ajude e nos abençôe.
Assinada solenemente pelo Presidente do Brasil Luís Inácio Lula da Silva e aprovada unanimemente pelo Senado Federal e pela Câmara dos Deputados de Brasília, a nova e importante Lei do Encaixe louva, bendiz e glorifica a Deus, o Senhor, o Criador, o Autor da Vida, neste momento, entrando em vigor no território brasileiro a partir de sua publicação no Diário Oficial da União, sob o no.2626/2011, nesta Segunda-feira, dia 03 de Janeiro de 2011, dia do Padre, cujo Padroeiro é São João Maria Vianey, o Cura d’Ars.
O Conteúdo dessa Lei trata expressamente do amor entre o homem(macho) e a mulher(fêmea) com suas consequentes, humanas e naturais relações sexuais, partindo do desejo do olhar entre ambos, passando pelo namoro, noivado e casamento, e terminando no encaixe sexual cuja plenitude é o orgasmo – o prazer e o êxtase sexual completo, constituidor de família, filhos e netos, e garantindo assim a reprodução e a continuidade da espécie humana. Diz ainda essa Lei do Amor e do Sexo que tal relacionamento estabelecido pelo casal deve ser fruto do amor entre ele e ela, sem violência e sem agressividade, com respeito mútuo e responsabilidade recíproca, fundamentado naturalmente no Amor de Deus, garantia de fidelidade e segurança de vida de ambos os parceiros de cama e companheiros de caminhada. Eis portanto a nova Lei do Encaixe: pau no canal, ferro no buraco, bengala na caverna e canhão no caixote. Seguem abaixo as assinaturas dos responsáveis por esse processo de amor entre o homem e a mulher. Que Deus, o Senhor, nos ajude e nos abençôe.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Madrugada
Madrugada
1
Paulo e Raquel nesse momento se encontram no Hotel Amazonas, em Belo Horizonte, já quase 10 horas da noite.
Vão entrar na madrugada do amor.
Realmente, o amor é da madrugada; nela a eternidade vira um sonho azul-dourado; com ela os tempos são infinitos e os espaços bastante duradouros; por ela os casais dão a vida, namoram e paqueram sem parar, descobrindo o sexo mais quente e mais louco, mais desejoso e apaixonado; sem ela, o crepúsculo dos deuses, a cor mais bonita da existência, o doce de chocolate mais delicioso da humanidade, o delírio dos amantes, a loucura dos apaixonados, o fogo mais quente do Sol, a luz mais clara da lua, o paraíso das estrelas, o céu das flores e dos frutos proibidos da noite escura, o canto dos pássaros azuis e o perfume das rosas vermelhas, a verdade do macho e da fêmea, o farol da liberdade humana, a casa da felicidade natural, o momento das coisas em ordem, o lugar dos fogos e dos desejos mais vivos, o alimento dos sonhadores, a saúde dos que dormem, o bem-estar dos que ali trabalham, o verde da esperança dos que acreditam na realidade de seus anseios, a confiança dos que se amam, a fé dos otimistas e dos positivamente de bem com a vida, a alegria das boas coisas da vida, a paz em forma de silêncio, o bem que é bom... Sem ela, a vida perde o sentido e a existência a sua razão de ser.
Madrugada do Amor.
Paulo Roberto e Raquel de Oliveira se amam, se encaixam, se completam, se realizam, se satisfazem.
Ali, na Capital de Minas Gerais, fazem o lanche da madrugada, carregado com vinhos de Portugal e biscoitos salgados da Itália, recheados com um guaraná brasileiro de vez em quando e doces de coco para colorir o sabor do manjar dos amados e das amantes, que se juntam e se unem, se acasalam e se casam, para depois, ao despertar do amanhecer, cada qual voltar para seus compromissos diários e responsabilidades cotidianas, sublimando assim a perfeição do amor e a excelência do sexo, dons do Criador às suas criaturas, talentos e carismas do Autor da Vida àqueles e àquelas que se amam apaixonada e loucamente pelas madrugadas quentes incendiadas pelos desejos das paixões, aquecidas pelo pau no canal, abrasadas pelo ferro no buraco, acaloradas pela bengala na caverna e fermentadas e temperadas pelo canhão no caixote.
Madrugada de Fogo.
2
Nessa madrugada linda dos amantes delirantes, perto das 10 da noite do dia 29 de Janeiro de 2009, quando se iniciou o encontro dos desejos, às portas do Carnaval, na Cidade de Minas, dentro do Hotel, quinta-feira, Paulo Roberto Vieira Júnior, 37 anos, engenheiro civil, e Raquel de Oliveira Mattos de Albuquerque, mais nova, 32 anos, professora de literatura brasileira, travaram então, entre pausas e silêncios alternados, um bate-papo informal, um diálogo livre de censuras prévias e ausente de fechaduras rotineiras e prisioneiras, um debate aberto e liberto de preconceitos, renovado por suas palavras criadoras e seus discursos ricos de beleza interior.
Paulo Júnior tomou a iniciativa e disse: “Minha flor, já são meia-noite e meia, e a madrugada vai esquentar para nós dois. Você hoje está linda, bela como sempre. Vamos tomar um banho juntos ?” Raquel de Albuquerque sorriu, e disse “sim” ao amante apaixonado. Foi um banho de luz regado com folhas de ouro e sabonetes de prata, de perfumes odorizantes e refrescantes e águas finas, genuínas e cristalinas, dentro de uma banheira rosada refletindo o Sol da madrugada que então iria acontecer para os dois namorados eternos, cheios de amor pra dar, com vontade de interagir em felicidade e compartilhar simultaneamente sua liberdade de fogo, repartindo ali e agora entre si o mesmo amor que os une, o mesmo desejo que produzem, a mesma loucura que geram e a mesma paixão que liberam mutuamente.
3
“A Madrugada promete” falou Raquel, depois do banho de rosas e perfumes, dirigindo-se a Paulo que, sentado no sofá vermelho da sala, olhou para ela santamente, com toda sua imaculada pureza interior, o que deixou Raquel desejosa, cheia de tesão e de paixão, querendo logo se entregar ao corpo do seu amado que explodia de calor, estourava de desejo, e implodia de loucura de amor.
E não demorou.
Eram 1 hora e dezessete minutos da madrugada quando ambos, Paulo e Raquel foram para a cama quente de amor, dirigindo-se para o quarto à frente da sala, entregando-se então um ao outro, amando-se reciprocamente, sexualizando seus corpos santos e almas de fogo, ardendo juntos na mesma oferta de amor, servindo-se em um incêndio de brasas de pau duro pegando fogo e de útero como buraco quente pleno de sexualismo solar, onde o calor era mais quente que o fogo, o fogão se acendia esquentando o ambiente físico, mental e espiritual, tornando o lugar ali uma fornalha de amor, um inferno do amor de Deus em módulos humanos e naturais.
Madrugada santa e de brasas ardentes.
4
Às 2h09min45seg, Paulo e Raquel eram duas brasas quentes de fogo de amor.
Na cama do hotel, o casal metia sem meter de tanto foder, fodia sem foder de tanto meter.
Como se amavam!
Amor louco e apaixonado, cheio de fogo e desejo, tesão e tentação, ambos malucos de tanto amar e sexualizar.
O Sexo então estava doido.
Ambos, Paulo da Brasa da Paixão, e Raquel, da Brasa do Desejo, vieram à Belo Horizonte para ali passar o Carnaval de Fevereiro de 2009, provenientes do Triângulo Mineiro, Ele, de Uberaba. e ela, de Uberlândia.
Nesse instante, pararam a relação sexual para tomar uma água e um cafezinho, mas depois retornaram.
Queriam meter toda a madrugada.
Ele, o Tesão de Raquel, e ela, a Tentação de Paulo.
Ele, a Paixão dela, e ela, o desejo dele.
Ela, a sua loucura de amor, e ele, o Canhão dela.
E seguiram na lei do encaixe, trepando a madrugada adentro, metendo loucamente e fodendo apaixonadamente, transformando a suíte do hotel em uma verdadeira escola de samba sexual, cujo carnaval de amor subia os mais altos níveis de temperatura de verão, e os mais altos graus de calor sexual, e os mais altos índices de incêndio infernal, tudo certamente aprovado pela lei natural, fruto do Amor de Deus.
5
Por volta das 3 da madrugada, o telefone do quarto tocou, e receberam o aviso de que estava subindo mais um kit de lanche completo, enriquecido com Fogo Paulista e Conhaque de Alcatrão de São João da Barra, alguns salgadinhos e sobremesa de salada de frutas.
E, com o fogo do amor sexual aceso, bem temperado e bem fermentado, explodindo de desejos e paixões, seguiram no relacionamento amoroso, beijando-se com calor e abraçando-se loucamente, o tesão metendo na tentação, o desejo fodendo com a paixão, em um ambiente tranqüilo de quem se ama e em um clima calmo de quem tem a garantia segura de que sabiam o que estavam fazendo.
E o sexo continuava.
De repente, pausaram a relação quente.
Deitaram-se lado a lado, e conversavam sobre os problemas do dia a dia, os trabalhos que empreendiam, seus esforços por melhorar e subir na vida, seus empenhos e lutas por crescer, progredir e evoluir social, econômica e politicamente, dentro e fora de casa, na família e na rua, no emprego e na empresa em que exerciam suas atividades comerciais, pois ambos apesar de profissionais liberais, ele engenheiro e ela professora, eram comerciantes, cumpriam obrigações de compra e venda de seus produtos empresariais.
Paulo e Raquel consideravam a madrugada excelente momento para colocar as coisas em dia, os assuntos em ordem, a agenda mais equilibrada e organizada, a mente mais sadia, o corpo mais santo, e a alma e o espírito mais positivos e otimistas, de bem com a vida, na paz do silêncio que os envolvia, e no bem do amor que ali naquele momento praticavam, em circunstâncias loucas e quentes, em situação tal antecipadora do Carnaval que estava chegando.
E se amaram uma vez mais e melhor.
6
No meio da madrugada, às 3h51min, respirando amor e sexo louco e apaixonado, Paulo e Raquel refletiam sobre a origem do sexo, de onde ele viria, aonde os levaria, qual o seu sentido e significado, diante da beleza da mulher e da coragem do homem em assumir comprometidos e responsavelmente um relacionamento sério e sincero, cujos frutos, efeitos e conseqüências obviamente seriam a felicidade do casal(o prazer sexual), a geração de uma família(queriam uns dois filhos pelo menos) e a continuidade da espécie humana, graças é claro à atividade sexual existente e insistente entre o homem e a mulher que se amam, produto impecável do grande amor de Deus por suas criaturas tão amadas.
Enquanto a reflexão cordial, racional e sentimental se desenrolava na cama de fogo e desejo do casal amante e amado, ambos retornavam à prática sexual, indo ao auge da sexualidade humana e natural, atingindo então o máximo de prazer e orgasmo, chocando-se com os limites do desejo e da paixão, enlouquecidos pelo ato sexual, malucos de tanto meter e foder.
Era uma madrugada diferente, especial para os dois que se amavam de verdade, surpreendente para os seus desejos loucos e original para a sua paixão amorosa.
Santa Madrugada do Amor.
Como Deus, o Senhor, devia estar feliz e contente nessa hora com as suas criaturas que ali manifestavam a ordem da natureza e a lei da criação, e o direito do universo, os quais Ele, o Senhor dos senhores e Deus dos deuses, criara para a felicidade eterna de seus filhos e filhas que se amam.
7
Estava quase terminando a madrugada.
E às 4h37min53seg, ambos, Paulo Roberto e Raquel de Oliveira foram à exaustão, cansados de tanto amar, fatigados com tanto tesão, desejo, fogo e paixão, e esgotados por tanto meter e foder na loucura da maluquice do amor.
Decidiram então tomar mais um banho juntos, a fim de aliviar as tensões resultantes, libertar as prisões conseqüentes e renovar suas forças internas e externas agora enfraquecidas e já titubiantes, de modo a amanhecerem energizados, animados e motivados, em função de que dariam seguimento ao seu dia, talvez o dia mais feliz de suas vidas.
Sim, o amor é assim.
Ele é tesão que enlouquece e ao mesmo tempo a paz que enriquece.
Ele é o desejo mais puro e a paixão mais bela.
Ele, uma realidade sem sonhos.
Um fogo que queima pra valer.
O Fogão em pessoa.
O Incêndio mais quente.
As Brasas mais ardentes.
O Sol da Vida que tudo cria, tudo renova, tudo possibilita, tudo desenvolve.
De fato, o mais importante é o amor.
8
Já amanhecendo, às 5 e meia, Paulo do Fogo e Raquel da Paixão, adormeceram, dormindo o sono dos justos, descansando o amor que trabalharam e repousando seus corpos e suas almas, fazendo a necessária terapia do sono, que acalma o nosso espírito e tranqüiliza a nossa existência. Nos dá saúde física e mental, e nos oferece bem-estar material e espiritual.
E amanheceu o dia seguinte.
O Dia feliz.
O Dia da Liberdade.
O Dia de Deus.
Fruto de uma Madrugada de Amor.
Conseqüência de um Sexo de Amor.
Efeito positivo do bem que é a paixão e da paz derivada do amor.
Parabéns, Paulo e Raquel!
Vocês salvaram a vida mais uma vez.
1
Paulo e Raquel nesse momento se encontram no Hotel Amazonas, em Belo Horizonte, já quase 10 horas da noite.
Vão entrar na madrugada do amor.
Realmente, o amor é da madrugada; nela a eternidade vira um sonho azul-dourado; com ela os tempos são infinitos e os espaços bastante duradouros; por ela os casais dão a vida, namoram e paqueram sem parar, descobrindo o sexo mais quente e mais louco, mais desejoso e apaixonado; sem ela, o crepúsculo dos deuses, a cor mais bonita da existência, o doce de chocolate mais delicioso da humanidade, o delírio dos amantes, a loucura dos apaixonados, o fogo mais quente do Sol, a luz mais clara da lua, o paraíso das estrelas, o céu das flores e dos frutos proibidos da noite escura, o canto dos pássaros azuis e o perfume das rosas vermelhas, a verdade do macho e da fêmea, o farol da liberdade humana, a casa da felicidade natural, o momento das coisas em ordem, o lugar dos fogos e dos desejos mais vivos, o alimento dos sonhadores, a saúde dos que dormem, o bem-estar dos que ali trabalham, o verde da esperança dos que acreditam na realidade de seus anseios, a confiança dos que se amam, a fé dos otimistas e dos positivamente de bem com a vida, a alegria das boas coisas da vida, a paz em forma de silêncio, o bem que é bom... Sem ela, a vida perde o sentido e a existência a sua razão de ser.
Madrugada do Amor.
Paulo Roberto e Raquel de Oliveira se amam, se encaixam, se completam, se realizam, se satisfazem.
Ali, na Capital de Minas Gerais, fazem o lanche da madrugada, carregado com vinhos de Portugal e biscoitos salgados da Itália, recheados com um guaraná brasileiro de vez em quando e doces de coco para colorir o sabor do manjar dos amados e das amantes, que se juntam e se unem, se acasalam e se casam, para depois, ao despertar do amanhecer, cada qual voltar para seus compromissos diários e responsabilidades cotidianas, sublimando assim a perfeição do amor e a excelência do sexo, dons do Criador às suas criaturas, talentos e carismas do Autor da Vida àqueles e àquelas que se amam apaixonada e loucamente pelas madrugadas quentes incendiadas pelos desejos das paixões, aquecidas pelo pau no canal, abrasadas pelo ferro no buraco, acaloradas pela bengala na caverna e fermentadas e temperadas pelo canhão no caixote.
Madrugada de Fogo.
2
Nessa madrugada linda dos amantes delirantes, perto das 10 da noite do dia 29 de Janeiro de 2009, quando se iniciou o encontro dos desejos, às portas do Carnaval, na Cidade de Minas, dentro do Hotel, quinta-feira, Paulo Roberto Vieira Júnior, 37 anos, engenheiro civil, e Raquel de Oliveira Mattos de Albuquerque, mais nova, 32 anos, professora de literatura brasileira, travaram então, entre pausas e silêncios alternados, um bate-papo informal, um diálogo livre de censuras prévias e ausente de fechaduras rotineiras e prisioneiras, um debate aberto e liberto de preconceitos, renovado por suas palavras criadoras e seus discursos ricos de beleza interior.
Paulo Júnior tomou a iniciativa e disse: “Minha flor, já são meia-noite e meia, e a madrugada vai esquentar para nós dois. Você hoje está linda, bela como sempre. Vamos tomar um banho juntos ?” Raquel de Albuquerque sorriu, e disse “sim” ao amante apaixonado. Foi um banho de luz regado com folhas de ouro e sabonetes de prata, de perfumes odorizantes e refrescantes e águas finas, genuínas e cristalinas, dentro de uma banheira rosada refletindo o Sol da madrugada que então iria acontecer para os dois namorados eternos, cheios de amor pra dar, com vontade de interagir em felicidade e compartilhar simultaneamente sua liberdade de fogo, repartindo ali e agora entre si o mesmo amor que os une, o mesmo desejo que produzem, a mesma loucura que geram e a mesma paixão que liberam mutuamente.
3
“A Madrugada promete” falou Raquel, depois do banho de rosas e perfumes, dirigindo-se a Paulo que, sentado no sofá vermelho da sala, olhou para ela santamente, com toda sua imaculada pureza interior, o que deixou Raquel desejosa, cheia de tesão e de paixão, querendo logo se entregar ao corpo do seu amado que explodia de calor, estourava de desejo, e implodia de loucura de amor.
E não demorou.
Eram 1 hora e dezessete minutos da madrugada quando ambos, Paulo e Raquel foram para a cama quente de amor, dirigindo-se para o quarto à frente da sala, entregando-se então um ao outro, amando-se reciprocamente, sexualizando seus corpos santos e almas de fogo, ardendo juntos na mesma oferta de amor, servindo-se em um incêndio de brasas de pau duro pegando fogo e de útero como buraco quente pleno de sexualismo solar, onde o calor era mais quente que o fogo, o fogão se acendia esquentando o ambiente físico, mental e espiritual, tornando o lugar ali uma fornalha de amor, um inferno do amor de Deus em módulos humanos e naturais.
Madrugada santa e de brasas ardentes.
4
Às 2h09min45seg, Paulo e Raquel eram duas brasas quentes de fogo de amor.
Na cama do hotel, o casal metia sem meter de tanto foder, fodia sem foder de tanto meter.
Como se amavam!
Amor louco e apaixonado, cheio de fogo e desejo, tesão e tentação, ambos malucos de tanto amar e sexualizar.
O Sexo então estava doido.
Ambos, Paulo da Brasa da Paixão, e Raquel, da Brasa do Desejo, vieram à Belo Horizonte para ali passar o Carnaval de Fevereiro de 2009, provenientes do Triângulo Mineiro, Ele, de Uberaba. e ela, de Uberlândia.
Nesse instante, pararam a relação sexual para tomar uma água e um cafezinho, mas depois retornaram.
Queriam meter toda a madrugada.
Ele, o Tesão de Raquel, e ela, a Tentação de Paulo.
Ele, a Paixão dela, e ela, o desejo dele.
Ela, a sua loucura de amor, e ele, o Canhão dela.
E seguiram na lei do encaixe, trepando a madrugada adentro, metendo loucamente e fodendo apaixonadamente, transformando a suíte do hotel em uma verdadeira escola de samba sexual, cujo carnaval de amor subia os mais altos níveis de temperatura de verão, e os mais altos graus de calor sexual, e os mais altos índices de incêndio infernal, tudo certamente aprovado pela lei natural, fruto do Amor de Deus.
5
Por volta das 3 da madrugada, o telefone do quarto tocou, e receberam o aviso de que estava subindo mais um kit de lanche completo, enriquecido com Fogo Paulista e Conhaque de Alcatrão de São João da Barra, alguns salgadinhos e sobremesa de salada de frutas.
E, com o fogo do amor sexual aceso, bem temperado e bem fermentado, explodindo de desejos e paixões, seguiram no relacionamento amoroso, beijando-se com calor e abraçando-se loucamente, o tesão metendo na tentação, o desejo fodendo com a paixão, em um ambiente tranqüilo de quem se ama e em um clima calmo de quem tem a garantia segura de que sabiam o que estavam fazendo.
E o sexo continuava.
De repente, pausaram a relação quente.
Deitaram-se lado a lado, e conversavam sobre os problemas do dia a dia, os trabalhos que empreendiam, seus esforços por melhorar e subir na vida, seus empenhos e lutas por crescer, progredir e evoluir social, econômica e politicamente, dentro e fora de casa, na família e na rua, no emprego e na empresa em que exerciam suas atividades comerciais, pois ambos apesar de profissionais liberais, ele engenheiro e ela professora, eram comerciantes, cumpriam obrigações de compra e venda de seus produtos empresariais.
Paulo e Raquel consideravam a madrugada excelente momento para colocar as coisas em dia, os assuntos em ordem, a agenda mais equilibrada e organizada, a mente mais sadia, o corpo mais santo, e a alma e o espírito mais positivos e otimistas, de bem com a vida, na paz do silêncio que os envolvia, e no bem do amor que ali naquele momento praticavam, em circunstâncias loucas e quentes, em situação tal antecipadora do Carnaval que estava chegando.
E se amaram uma vez mais e melhor.
6
No meio da madrugada, às 3h51min, respirando amor e sexo louco e apaixonado, Paulo e Raquel refletiam sobre a origem do sexo, de onde ele viria, aonde os levaria, qual o seu sentido e significado, diante da beleza da mulher e da coragem do homem em assumir comprometidos e responsavelmente um relacionamento sério e sincero, cujos frutos, efeitos e conseqüências obviamente seriam a felicidade do casal(o prazer sexual), a geração de uma família(queriam uns dois filhos pelo menos) e a continuidade da espécie humana, graças é claro à atividade sexual existente e insistente entre o homem e a mulher que se amam, produto impecável do grande amor de Deus por suas criaturas tão amadas.
Enquanto a reflexão cordial, racional e sentimental se desenrolava na cama de fogo e desejo do casal amante e amado, ambos retornavam à prática sexual, indo ao auge da sexualidade humana e natural, atingindo então o máximo de prazer e orgasmo, chocando-se com os limites do desejo e da paixão, enlouquecidos pelo ato sexual, malucos de tanto meter e foder.
Era uma madrugada diferente, especial para os dois que se amavam de verdade, surpreendente para os seus desejos loucos e original para a sua paixão amorosa.
Santa Madrugada do Amor.
Como Deus, o Senhor, devia estar feliz e contente nessa hora com as suas criaturas que ali manifestavam a ordem da natureza e a lei da criação, e o direito do universo, os quais Ele, o Senhor dos senhores e Deus dos deuses, criara para a felicidade eterna de seus filhos e filhas que se amam.
7
Estava quase terminando a madrugada.
E às 4h37min53seg, ambos, Paulo Roberto e Raquel de Oliveira foram à exaustão, cansados de tanto amar, fatigados com tanto tesão, desejo, fogo e paixão, e esgotados por tanto meter e foder na loucura da maluquice do amor.
Decidiram então tomar mais um banho juntos, a fim de aliviar as tensões resultantes, libertar as prisões conseqüentes e renovar suas forças internas e externas agora enfraquecidas e já titubiantes, de modo a amanhecerem energizados, animados e motivados, em função de que dariam seguimento ao seu dia, talvez o dia mais feliz de suas vidas.
Sim, o amor é assim.
Ele é tesão que enlouquece e ao mesmo tempo a paz que enriquece.
Ele é o desejo mais puro e a paixão mais bela.
Ele, uma realidade sem sonhos.
Um fogo que queima pra valer.
O Fogão em pessoa.
O Incêndio mais quente.
As Brasas mais ardentes.
O Sol da Vida que tudo cria, tudo renova, tudo possibilita, tudo desenvolve.
De fato, o mais importante é o amor.
8
Já amanhecendo, às 5 e meia, Paulo do Fogo e Raquel da Paixão, adormeceram, dormindo o sono dos justos, descansando o amor que trabalharam e repousando seus corpos e suas almas, fazendo a necessária terapia do sono, que acalma o nosso espírito e tranqüiliza a nossa existência. Nos dá saúde física e mental, e nos oferece bem-estar material e espiritual.
E amanheceu o dia seguinte.
O Dia feliz.
O Dia da Liberdade.
O Dia de Deus.
Fruto de uma Madrugada de Amor.
Conseqüência de um Sexo de Amor.
Efeito positivo do bem que é a paixão e da paz derivada do amor.
Parabéns, Paulo e Raquel!
Vocês salvaram a vida mais uma vez.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Desejo é o meu nome
Desejo é o meu nome
1. O Ser e o desejo de ser
Vivemos nós seres humanos, homem e mulher, criaturas de Deus, o Senhor, entre o desejo e a realidade, entre o ser e o desejo de ser. Assim, nossas vivências, consciências e experiências têm estas características: Amor ou desejo de amar,
Vida ou desejo de viver,
Verdade ou desejo de ser verdadeiro,
Liberdade ou desejo de ser livre,
Felicidade ou desejo de ser feliz,
Novidade ou desejo de ser novo,
Eternidade ou desejo de ser eterno,
Realidade ou desejo de ser real,
Racionalidade ou desejo de ser racional,
Responsabilidade ou desejo de ser responsável,
Justiça ou desejo de ser justo,
Poder ou desejo de ser poderoso.
2. Entre o desejo e a realidade
Atravessamos a vida percorrendo o intervalo, a ponte que liga o desejo com a realidade. A vida é isso: o intervalo, o intermediário, a ponte, a travessia, o movimento, a caminhada, o processo, a construção, a criação de opções, alternativas, tendências e possibilidades. Viver é atravessar a vida realizando sonhos, desejos e esperanças. Vivemos nesse meio. A vida é o meio, o intervalo entre o ser e o que pode ser.
3. O Desejo como princípio de tudo e de todos
No início, era o desejo...o desejo criador, autor da vida.
Então, o Desejo desejou pensar.
O Pensamento desejou conhecer.
O Conhecimento desejou a verdade.
A Verdade desejou a liberdade.
A Liberdade desejou a felicidade.
A Felicidade desejou a eternidade.
A Eternidade desejou o silêncio.
O Silêncio desejou Deus, o Senhor.
Deus, o Senhor, desejou a natureza e o universo,
o homem e a mulher,
suas criaturas.
O Homem e a mulher desejaram o amor e a vida, o bem e a paz, o direito e a justiça, o respeito e a responsabilidade, o juizo e o bom-senso, a saúde e o bem-estar, suas idéias e seus ideais, suas razões e suas ações, seus interesses e suas intenções, suas paixões e suas emoções, suas consciências e suas experiências, seus pensamentos e seus sentimentos, seus comportamentos e suas atitudes, sua realidade e sua racionalidade.
Na vida, o desejo é o princípio de tudo e de todos.
4. As diversas formas de desejo
a. Desejo de amar
b. Desejo de viver
c. Desejo de criar
d. Desejo de pensar
e. Desejo de conhecer
f. Desejo de gostar
g. Desejo de agir
h. Desejo da verdade
i. Desejo de liberdade
j. Desejo de felicidade
k. Desejo de novidade
l. Desejo de eternidade
m. Desejo de silêncio
n. Desejo de poder
o. Desejo de ser
p. Desejo de ter
q. Desejo de querer
r. Desejo de ver
s. Desejo de estar
t. Desejo de Deus, o Senhor
5. O Desejo real
Também o desejo é real, vital e atual.
Como motor da realidade e princípio dos seres e das coisas, o desejo humano é natural, e se identifica com a realidade quando então torna-se livre e feliz, real e racional, consciente e experimental, verdadeiro e autêntico, sentido da vida e razão de viver, alegria sem fim, felicidade eterna. O Desejo real – quando o sonho se identifica com a realidade – mostra-se eterno, feliz, livre, alegre e contente. Sim, o desejo tende a ser real.
6. Sonho e desejo
Desejo é vida e sonho é utopia.
Desejo é energia e sonho é fantasia.
Desejo é amor e sonho é imaginação.
Desejo é atividade e sonho é construção.
Desejo é movimento e sonho é processo.
Desejo é calor e sonho é esperança.
Desejo é ânsia e sonho é meta.
Desejo é vivo e sonho é finalidade.
Desejo é fogo e sonho é objetivo.
7. Desejo atual e desejo potencial
Quando o desejo se realiza, ele torna-se real, vital e atual.
Quando o desejo sonha em realizar-se, ele é potencial, insistente, interno.
A Exteriorização do desejo é chamada de realidade.
A Interiorização do desejo é o sonho.
Realizar-se é o sonho do desejo.
Movimentar-se é a energia calorosa do desejo.
Atualmente, o desejo é real.
Potencialmente, o desejo é o fogo da vida que anseia por realizar-se e eternizar-se.
O Desejo é eterno e sempre novo.
8. Desejo ou realidade ?
O Desejo é a realidade e a realidade é desejo.
Ambos, uma coisa só, uma única vida.
Ambos, identidade vital, real e atual.
Ambos, desejo real ou realidade desejante,
realidade desejada.
Ambos, desejo realizante,
desejo realizado.
9. O Movimento da realidade ou o desejo processual ?
A Vida humana, natural e cultural segue o caminho de construção do desejo para a realidade. Nasce do desejo e finaliza na realidade. É o movimento desejante que busca o acontecimento desejado. Nesse movimento de desejo, supera seus limites, ultrapassa suas barreiras e transcende seus obstáculos. Cria novas tendências e abre-se a novas possibilidades. Liberta-se ao se renovar interior e exteriormente.
10.O Desejo sexual
A Atividade sexual se manifesta em todos os campos da vida humana: na Arte, na Ciência, na Filosofia, na História, na Moral, na Religião, na Política, na Economia, na Sociedade, na Cultura, na Natureza, no Universo, na Criação, na Família, na Escola, no Trabalho, na Igreja, no Hospital, na Indústria, no Comércio, nas Empresas, enfim, em todas as relações humanas e seus relacionamentos físicos ou biológicos, mentais ou psicológicos e espirituais ou teológicos.
Em quaisquer situações, sob variadas condições, dentro de definidas circunstâncias e de acordo com as limitações da natureza humana, vivemos, nós, homens e mulheres, criaturas de Deus, sexualmente. Tudo é sexo. Todos são expressões e fenômenos sexuais. A Sexualidade humana está presente e insistente em tudo e em todos. O Sexo é o sentido da vida e a razão de viver. Nossos relacionamentos são sexuais. Nossos interesses e intenções são sexuais. Nossos sonhos e esperanças são sexuais. Nossa realidade é sexual. Nossas interações são sexuais. Nossas interatividades são sexuais. Somos fenômenos sexuais, realidades sexuais, acontecimentos sexuais. Do desejo sexual, nele, por ele e para ele acontece e se realiza a nossa vida cotidiana, o dia-a-dia das pessuas que vivem e convivem em sociedade. O Desejo é a nossa origem.
11. Intervalo/Travessia/Processo/Movimento/Desejo
Com efeito, entre o desejo e a realidade, entre o ser e o desejo de ser, entre o sonho desejante e o fenômeno real desejado, está o intervalo, o ponto intermediário cuja travessia coincide com a nossa vivência, consciência e experiência cotidianas, o movimento processual onde se realiza nossos anseios e aspirações, nossos esforços, empenhos e trabalhos, nossas atividades reais, racionais e intencionais.
Aqui, então, nesse movimento processual da vida, acontecem os fenômenos sociais, políticos e econômicos, as atividades artisticas, esportivas e religiosas, o discurso da arte, ciência e tecnologia, filosofia e história, moral e religião, o processo dinâmico das comunicações sociais, o fenômeno da globalização, os fatos temporais e históricos, o movimento da natureza e da cultura humana, as diferentes visões-da-realidade, os diversos ângulos de observação da razão inteligente do homem e da mulher. Deste modo, o mundo natural, humano e cultural cresce, progride e evolui, com consciência ambiental e responsabilidade social, com respeito a si e aos outros, com juizo e bom-senso, liberdade e felicidade, saúde e bem-estar, construindo-se assim a fraternidade e a solidariedade, e destruindo-se obviamente tudo aquilo que contraria e contradiz a cultura da vida, do bem e da paz, cuja fonte vital, real, atual e essencial é o Desejo – o Desejo da vida.
12. O Desejo é fundamental
O Desejo é fundamentalmente o sentido da vida e a razão de viver, a essência da realidade, a raiz da existência, a fonte do amor e a origem da vida, a base da paz e o fundamento do bem, o princípio dos acontecimentos e dos fenômenos da realidade cotidiana do dia-a-dia da nossa vida em sociedade. O Desejo é fundamental. Ele origina a vida, constrói o progresso, o crescimento e o desenvolvimento dos povos e nações. Ele principia nossos pensamentos, sentimentos e comportamentos. Ele fundamenta a nossa consciência real e a nossa experiência pensante, intencional e acontecente. Ele é a base sobre a qual construimos a sociedade do conhecimento, o país da ética e a espiritualidade orientadora, estabilizadora e fundamentadora do nosso corpo físico, social e ambiental, do nosso corpo mental ordenado, disciplinado e organizado, e do nosso corpo espiritual cuja raiz são os nossos símbolos, idéias e valores humanos e naturais, divinos e culturais, de onde sobressai o Criador, o Autor da Vida, o Desejo do desejo, Deus, o Senhor.
13. A Origem do desejo que determina a realidade
Alguém deseja desejar e assim possibilitar a realidade que necessita do desejo para se exprimir, efetuar e concretizar. Com efeito, o desejo é a causa e a realidade é a consequência. Todavia, o próprio desejo pode se transformar na própria realidade. Ora, mas quem é esse Alguém que dá origem ao desejo, e, por conseguinte, à própria realidade ? Acredito que seja o Desejo do desejo, ou seja, Deus, o Senhor.
14. A Realidade é desejo
Os acontecimentos históricos, as aparências cotidianas e os fenômenos da realidade do dia-a-dia da nossa vida, são desejo, ou expressões derivadas do desejo, ou consequências reais, vitais e atuais do desejo vivente, o desejo que vive, o desejo cuja essência é existir.
15. O Desejo é a própria realidade
O Real é desejo e o desejo é real.
Em outras palavras, nossas atividades e realizações, práticas e experiências, decorrem da possibilidade do desejo vivente, insistente e existente, o qual produz a realidade. Ou seja, a realidade é um produto do desejo, de suas tendências e possibilidades, de suas superações e ultrapassagens, de suas transcendências ascendentes, construtoras dos fenômenos sociais, políticos, econômicos e culturais, criadoras da vida e suas expressões artísticas, científicas, filosóficas, históricas, morais e religiosas, esportivas e de lazer e entretenimento.
16. O Desejo e o amor
O Desejo vem antes do amor, que é produzido por ele.
17. O Desejo e a vida
A vida igualmente é produzida pelo desejo de viver.
18. O Desejo e os relacionamentos humanos
O Bom relacionamento humano é produzido pela criação e realização de bons desejos, responsáveis por nossas vivências comprometidas com o respeito a si e aos outros, a responsabilidade pessoal, social e ambiental, a liberdade consciente e a felicidade verdadeira, o juizo e o bom-senso intencional, real e racional, a saúde pessoal e o bem-estar dos outros.
19. Desejo interativo, integrado e compartilhado
O Mundo dos desejos humanos e naturais interagem entre si, se integram uns com os outros, compartilhando pensamentos e sentimentos, comportamentos e atitudes, unindo pessoas, abrindo possibilidades e favorecendo tendências, superando limites, ultrapassando obstáculos e transcendendo barreiras, renovando as consciências e libertando indivíduos e grupos de seus preconceitos, obstáculos e confusão mental, ajudando também no crescimento e evolução dos povos e nações, no progresso da ciência e da tecnologia, e no desenvolvimento social, político, econômico e cultural das sociedades humanas dentro das quais estamos inseridos. Verdadeiramente, o desejo produz interatividade entre pessoas, integração cultural e compartilhamento de teorias e práticas, visando a boa ordem mental, a boa disciplina racional e a boa organização do pensamento, além de propiciar saúde física, e bem-estar da mente, do corpo e do espírito.
20. O Desejo e a luz
Quando desejamos a luz, a tendência é a luz se realizar.
21. O Desejo e o bem
O Bem acontece quando o desejamos – desejamos o bem.
22. O Desejo e a paz
A Paz torna-se realidade cotidiana no dia-a-dia da nossa vida quando a desejamos – desejamos a paz.
23. O Desejo e Deus, o Senhor
O Desejo vem de Deus, o Senhor, que, através dele, cria a vida, pratica o amor, faz o bem e vive em paz,
conhece a verdade, anda direito e pratica a justiça.
24. A História dos desejos e os desejos da história
Os desejos humanos e naturais construiram até hoje a história da humanidade – uma história de desejos, que possibilitaram a vida e a sociedade, o trabalho e o movimento social, político e econômico, o processo vital, real e atual de atividades geradoras de progresso e crescimento, evolução e desenvolvimento, articulando sempre a consciência com a experiência, o pensamento com a realidade, a teoria com a prática, os sonhos com os acontecimentos reais, históricos e temporais. Assim, a história humana é uma história de desejos que produzem essa mesma história.
25. O Desejo é o motor da história
Dele, nele, por ele e para ele, o desejo é a causa primeira da realidade, o motor da história, o princípio da vida, a origem do amor, o sentido da existência, o fundamento da consciência, a base da experiência, a razão de ser das coisas, o sentido do tempo e da eternidade.
26. Desejo, homem e mulher
No que se refere à sexualidade humana, homem e mulher são naturalmente dispostos um para o outro, e, nessa relação sexual humana e natural, e a partir dela, podem ordenar a sua vida, organizar sua existência e administrar em paz e em ordem seus problemas, dificuldades e necessidades. É uma relação heterossexual. Este o sentido da vida e a razão de viver, em função dos quais devemos sempre construir e reconstruir a nossa vida física, mental e espiritual. Este o desejo de Deus, o Senhor, a nosso respeito.
27. Homossexualismo
Homem x homem e mulher x mulher – eis um relacionamento sexual que me parece contrário à lei de Deus, à natureza humana e suas leis próprias.
28. Bissexualismo
A Sexualidade “colorida”, ou seja, quando existe a opção de relacionamento sexual entre homem x homem e mulher, ou entre mulher x mulher e homem, creio ser antinatural, contra a natureza criada por Deus, o Senhor, e suas leis internas.
29. Heterossexualismo
O Compromisso assumido e responsável emtre o homem e a mulher, a mulher e o homem, no que diz respeito a sua sexualidade, é aprovado pela natureza humana, por suas leis inerentes e por seu Autor, o Criador do Sexo, Deus e Senhor.
1. O Ser e o desejo de ser
Vivemos nós seres humanos, homem e mulher, criaturas de Deus, o Senhor, entre o desejo e a realidade, entre o ser e o desejo de ser. Assim, nossas vivências, consciências e experiências têm estas características: Amor ou desejo de amar,
Vida ou desejo de viver,
Verdade ou desejo de ser verdadeiro,
Liberdade ou desejo de ser livre,
Felicidade ou desejo de ser feliz,
Novidade ou desejo de ser novo,
Eternidade ou desejo de ser eterno,
Realidade ou desejo de ser real,
Racionalidade ou desejo de ser racional,
Responsabilidade ou desejo de ser responsável,
Justiça ou desejo de ser justo,
Poder ou desejo de ser poderoso.
2. Entre o desejo e a realidade
Atravessamos a vida percorrendo o intervalo, a ponte que liga o desejo com a realidade. A vida é isso: o intervalo, o intermediário, a ponte, a travessia, o movimento, a caminhada, o processo, a construção, a criação de opções, alternativas, tendências e possibilidades. Viver é atravessar a vida realizando sonhos, desejos e esperanças. Vivemos nesse meio. A vida é o meio, o intervalo entre o ser e o que pode ser.
3. O Desejo como princípio de tudo e de todos
No início, era o desejo...o desejo criador, autor da vida.
Então, o Desejo desejou pensar.
O Pensamento desejou conhecer.
O Conhecimento desejou a verdade.
A Verdade desejou a liberdade.
A Liberdade desejou a felicidade.
A Felicidade desejou a eternidade.
A Eternidade desejou o silêncio.
O Silêncio desejou Deus, o Senhor.
Deus, o Senhor, desejou a natureza e o universo,
o homem e a mulher,
suas criaturas.
O Homem e a mulher desejaram o amor e a vida, o bem e a paz, o direito e a justiça, o respeito e a responsabilidade, o juizo e o bom-senso, a saúde e o bem-estar, suas idéias e seus ideais, suas razões e suas ações, seus interesses e suas intenções, suas paixões e suas emoções, suas consciências e suas experiências, seus pensamentos e seus sentimentos, seus comportamentos e suas atitudes, sua realidade e sua racionalidade.
Na vida, o desejo é o princípio de tudo e de todos.
4. As diversas formas de desejo
a. Desejo de amar
b. Desejo de viver
c. Desejo de criar
d. Desejo de pensar
e. Desejo de conhecer
f. Desejo de gostar
g. Desejo de agir
h. Desejo da verdade
i. Desejo de liberdade
j. Desejo de felicidade
k. Desejo de novidade
l. Desejo de eternidade
m. Desejo de silêncio
n. Desejo de poder
o. Desejo de ser
p. Desejo de ter
q. Desejo de querer
r. Desejo de ver
s. Desejo de estar
t. Desejo de Deus, o Senhor
5. O Desejo real
Também o desejo é real, vital e atual.
Como motor da realidade e princípio dos seres e das coisas, o desejo humano é natural, e se identifica com a realidade quando então torna-se livre e feliz, real e racional, consciente e experimental, verdadeiro e autêntico, sentido da vida e razão de viver, alegria sem fim, felicidade eterna. O Desejo real – quando o sonho se identifica com a realidade – mostra-se eterno, feliz, livre, alegre e contente. Sim, o desejo tende a ser real.
6. Sonho e desejo
Desejo é vida e sonho é utopia.
Desejo é energia e sonho é fantasia.
Desejo é amor e sonho é imaginação.
Desejo é atividade e sonho é construção.
Desejo é movimento e sonho é processo.
Desejo é calor e sonho é esperança.
Desejo é ânsia e sonho é meta.
Desejo é vivo e sonho é finalidade.
Desejo é fogo e sonho é objetivo.
7. Desejo atual e desejo potencial
Quando o desejo se realiza, ele torna-se real, vital e atual.
Quando o desejo sonha em realizar-se, ele é potencial, insistente, interno.
A Exteriorização do desejo é chamada de realidade.
A Interiorização do desejo é o sonho.
Realizar-se é o sonho do desejo.
Movimentar-se é a energia calorosa do desejo.
Atualmente, o desejo é real.
Potencialmente, o desejo é o fogo da vida que anseia por realizar-se e eternizar-se.
O Desejo é eterno e sempre novo.
8. Desejo ou realidade ?
O Desejo é a realidade e a realidade é desejo.
Ambos, uma coisa só, uma única vida.
Ambos, identidade vital, real e atual.
Ambos, desejo real ou realidade desejante,
realidade desejada.
Ambos, desejo realizante,
desejo realizado.
9. O Movimento da realidade ou o desejo processual ?
A Vida humana, natural e cultural segue o caminho de construção do desejo para a realidade. Nasce do desejo e finaliza na realidade. É o movimento desejante que busca o acontecimento desejado. Nesse movimento de desejo, supera seus limites, ultrapassa suas barreiras e transcende seus obstáculos. Cria novas tendências e abre-se a novas possibilidades. Liberta-se ao se renovar interior e exteriormente.
10.O Desejo sexual
A Atividade sexual se manifesta em todos os campos da vida humana: na Arte, na Ciência, na Filosofia, na História, na Moral, na Religião, na Política, na Economia, na Sociedade, na Cultura, na Natureza, no Universo, na Criação, na Família, na Escola, no Trabalho, na Igreja, no Hospital, na Indústria, no Comércio, nas Empresas, enfim, em todas as relações humanas e seus relacionamentos físicos ou biológicos, mentais ou psicológicos e espirituais ou teológicos.
Em quaisquer situações, sob variadas condições, dentro de definidas circunstâncias e de acordo com as limitações da natureza humana, vivemos, nós, homens e mulheres, criaturas de Deus, sexualmente. Tudo é sexo. Todos são expressões e fenômenos sexuais. A Sexualidade humana está presente e insistente em tudo e em todos. O Sexo é o sentido da vida e a razão de viver. Nossos relacionamentos são sexuais. Nossos interesses e intenções são sexuais. Nossos sonhos e esperanças são sexuais. Nossa realidade é sexual. Nossas interações são sexuais. Nossas interatividades são sexuais. Somos fenômenos sexuais, realidades sexuais, acontecimentos sexuais. Do desejo sexual, nele, por ele e para ele acontece e se realiza a nossa vida cotidiana, o dia-a-dia das pessuas que vivem e convivem em sociedade. O Desejo é a nossa origem.
11. Intervalo/Travessia/Processo/Movimento/Desejo
Com efeito, entre o desejo e a realidade, entre o ser e o desejo de ser, entre o sonho desejante e o fenômeno real desejado, está o intervalo, o ponto intermediário cuja travessia coincide com a nossa vivência, consciência e experiência cotidianas, o movimento processual onde se realiza nossos anseios e aspirações, nossos esforços, empenhos e trabalhos, nossas atividades reais, racionais e intencionais.
Aqui, então, nesse movimento processual da vida, acontecem os fenômenos sociais, políticos e econômicos, as atividades artisticas, esportivas e religiosas, o discurso da arte, ciência e tecnologia, filosofia e história, moral e religião, o processo dinâmico das comunicações sociais, o fenômeno da globalização, os fatos temporais e históricos, o movimento da natureza e da cultura humana, as diferentes visões-da-realidade, os diversos ângulos de observação da razão inteligente do homem e da mulher. Deste modo, o mundo natural, humano e cultural cresce, progride e evolui, com consciência ambiental e responsabilidade social, com respeito a si e aos outros, com juizo e bom-senso, liberdade e felicidade, saúde e bem-estar, construindo-se assim a fraternidade e a solidariedade, e destruindo-se obviamente tudo aquilo que contraria e contradiz a cultura da vida, do bem e da paz, cuja fonte vital, real, atual e essencial é o Desejo – o Desejo da vida.
12. O Desejo é fundamental
O Desejo é fundamentalmente o sentido da vida e a razão de viver, a essência da realidade, a raiz da existência, a fonte do amor e a origem da vida, a base da paz e o fundamento do bem, o princípio dos acontecimentos e dos fenômenos da realidade cotidiana do dia-a-dia da nossa vida em sociedade. O Desejo é fundamental. Ele origina a vida, constrói o progresso, o crescimento e o desenvolvimento dos povos e nações. Ele principia nossos pensamentos, sentimentos e comportamentos. Ele fundamenta a nossa consciência real e a nossa experiência pensante, intencional e acontecente. Ele é a base sobre a qual construimos a sociedade do conhecimento, o país da ética e a espiritualidade orientadora, estabilizadora e fundamentadora do nosso corpo físico, social e ambiental, do nosso corpo mental ordenado, disciplinado e organizado, e do nosso corpo espiritual cuja raiz são os nossos símbolos, idéias e valores humanos e naturais, divinos e culturais, de onde sobressai o Criador, o Autor da Vida, o Desejo do desejo, Deus, o Senhor.
13. A Origem do desejo que determina a realidade
Alguém deseja desejar e assim possibilitar a realidade que necessita do desejo para se exprimir, efetuar e concretizar. Com efeito, o desejo é a causa e a realidade é a consequência. Todavia, o próprio desejo pode se transformar na própria realidade. Ora, mas quem é esse Alguém que dá origem ao desejo, e, por conseguinte, à própria realidade ? Acredito que seja o Desejo do desejo, ou seja, Deus, o Senhor.
14. A Realidade é desejo
Os acontecimentos históricos, as aparências cotidianas e os fenômenos da realidade do dia-a-dia da nossa vida, são desejo, ou expressões derivadas do desejo, ou consequências reais, vitais e atuais do desejo vivente, o desejo que vive, o desejo cuja essência é existir.
15. O Desejo é a própria realidade
O Real é desejo e o desejo é real.
Em outras palavras, nossas atividades e realizações, práticas e experiências, decorrem da possibilidade do desejo vivente, insistente e existente, o qual produz a realidade. Ou seja, a realidade é um produto do desejo, de suas tendências e possibilidades, de suas superações e ultrapassagens, de suas transcendências ascendentes, construtoras dos fenômenos sociais, políticos, econômicos e culturais, criadoras da vida e suas expressões artísticas, científicas, filosóficas, históricas, morais e religiosas, esportivas e de lazer e entretenimento.
16. O Desejo e o amor
O Desejo vem antes do amor, que é produzido por ele.
17. O Desejo e a vida
A vida igualmente é produzida pelo desejo de viver.
18. O Desejo e os relacionamentos humanos
O Bom relacionamento humano é produzido pela criação e realização de bons desejos, responsáveis por nossas vivências comprometidas com o respeito a si e aos outros, a responsabilidade pessoal, social e ambiental, a liberdade consciente e a felicidade verdadeira, o juizo e o bom-senso intencional, real e racional, a saúde pessoal e o bem-estar dos outros.
19. Desejo interativo, integrado e compartilhado
O Mundo dos desejos humanos e naturais interagem entre si, se integram uns com os outros, compartilhando pensamentos e sentimentos, comportamentos e atitudes, unindo pessoas, abrindo possibilidades e favorecendo tendências, superando limites, ultrapassando obstáculos e transcendendo barreiras, renovando as consciências e libertando indivíduos e grupos de seus preconceitos, obstáculos e confusão mental, ajudando também no crescimento e evolução dos povos e nações, no progresso da ciência e da tecnologia, e no desenvolvimento social, político, econômico e cultural das sociedades humanas dentro das quais estamos inseridos. Verdadeiramente, o desejo produz interatividade entre pessoas, integração cultural e compartilhamento de teorias e práticas, visando a boa ordem mental, a boa disciplina racional e a boa organização do pensamento, além de propiciar saúde física, e bem-estar da mente, do corpo e do espírito.
20. O Desejo e a luz
Quando desejamos a luz, a tendência é a luz se realizar.
21. O Desejo e o bem
O Bem acontece quando o desejamos – desejamos o bem.
22. O Desejo e a paz
A Paz torna-se realidade cotidiana no dia-a-dia da nossa vida quando a desejamos – desejamos a paz.
23. O Desejo e Deus, o Senhor
O Desejo vem de Deus, o Senhor, que, através dele, cria a vida, pratica o amor, faz o bem e vive em paz,
conhece a verdade, anda direito e pratica a justiça.
24. A História dos desejos e os desejos da história
Os desejos humanos e naturais construiram até hoje a história da humanidade – uma história de desejos, que possibilitaram a vida e a sociedade, o trabalho e o movimento social, político e econômico, o processo vital, real e atual de atividades geradoras de progresso e crescimento, evolução e desenvolvimento, articulando sempre a consciência com a experiência, o pensamento com a realidade, a teoria com a prática, os sonhos com os acontecimentos reais, históricos e temporais. Assim, a história humana é uma história de desejos que produzem essa mesma história.
25. O Desejo é o motor da história
Dele, nele, por ele e para ele, o desejo é a causa primeira da realidade, o motor da história, o princípio da vida, a origem do amor, o sentido da existência, o fundamento da consciência, a base da experiência, a razão de ser das coisas, o sentido do tempo e da eternidade.
26. Desejo, homem e mulher
No que se refere à sexualidade humana, homem e mulher são naturalmente dispostos um para o outro, e, nessa relação sexual humana e natural, e a partir dela, podem ordenar a sua vida, organizar sua existência e administrar em paz e em ordem seus problemas, dificuldades e necessidades. É uma relação heterossexual. Este o sentido da vida e a razão de viver, em função dos quais devemos sempre construir e reconstruir a nossa vida física, mental e espiritual. Este o desejo de Deus, o Senhor, a nosso respeito.
27. Homossexualismo
Homem x homem e mulher x mulher – eis um relacionamento sexual que me parece contrário à lei de Deus, à natureza humana e suas leis próprias.
28. Bissexualismo
A Sexualidade “colorida”, ou seja, quando existe a opção de relacionamento sexual entre homem x homem e mulher, ou entre mulher x mulher e homem, creio ser antinatural, contra a natureza criada por Deus, o Senhor, e suas leis internas.
29. Heterossexualismo
O Compromisso assumido e responsável emtre o homem e a mulher, a mulher e o homem, no que diz respeito a sua sexualidade, é aprovado pela natureza humana, por suas leis inerentes e por seu Autor, o Criador do Sexo, Deus e Senhor.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Problema Sexual
Todo problema, no fundo, é um problema sexual
Se o homem não é mais homem, ou se a mulher não é mais mulher, então a vida não tem mais sentido e até Deus é inútil.
O Sexo é a razão da existência.
O Grande problema da humanidade é a sexualidade.
Quando Deus, o Senhor, o Criador, o Autor da Vida, fez o homem e a mulher, os uniu para sempre em uma só carne, por isso a relação ou o encontro entre o macho e a fêmea é que os fazem ser homem e mulher.
Todo problema, doença, conflito ou necessidade social, política, econômica e cultural têm sua raiz na sexualidade. Resolvida a questão sexual tudo se harmoniza, as coisas voltam ao lugar, a vida ganha razão de ser, a existência tem seu sentido reconhecido, há alegria na família e no trabalho, existe felicidade na rua e na realidade cotidiana, o amor fica ainda mais bonito, a vida recomeça o seu caminho, as situações de cada dia melhoram , as condições humanas e naturais de viver e existir recuperam sua luz interior, sua força externa, seu poder e energia animadoras dos ambientes vividos, as pessoas se motivam mais para realizar as suas atividades diárias e noturnas, enfim, a vida se alegra, a sociedade fica mais otimista, se equilibram os seres e as coisas, o sorriso aparece na face dos indivíduos e os grupos sociais e as comunidades humanas se incentivam para continuar trabalhando por uma humanidade com mais dignidade e qualidade de vida e trabalho, saúde e educação, os povos e nações retomam o caminho do progresso e do bem-estar de sua gente, e a realidade a nossa volta parece voltar a respirar tranquilidade interior e a calma do corpo e da alma.
Graças a volta às nossas origens: a sexualidade.
Sim, o sentido da vida é a relação amorosa com suas consequências sexuais humanas e naturais entre o homem e a mulher que se amam, se respeitam um ao outro, e se valorizam reciprocamente. Assim, é o encaixe entre os parceiros de cama e os companheiros de caminhada que faz a vida respirar saúde pessoal e bem-estar coletivo, e o bem-comum da sociedade ser uma realidade concreta.
De fato, pau no canal, ferro no buraco, bengala na caverna e canhão no caixote, eis o sentido da vida e a razão do nosso ser, pensar e existir.
A Penetração interior, o encaixe entre o homem e a mulher, eis o que dá vida à vida, entusiasmo interpessoal, razão à interatividade social e sentido ao compartilhamento coletivo.
Só assim eu e os outros podemos verdadeiramente ser felizes.
Graças a Deus ainda existe o amor entre o homem e a mulher e seus efeitos sexuais humanos e naturais.
Deus é bonito.
O Senhor é bacana.
Ele é o Fundamento do amor e do sexo.
Se o homem não é mais homem, ou se a mulher não é mais mulher, então a vida não tem mais sentido e até Deus é inútil.
O Sexo é a razão da existência.
O Grande problema da humanidade é a sexualidade.
Quando Deus, o Senhor, o Criador, o Autor da Vida, fez o homem e a mulher, os uniu para sempre em uma só carne, por isso a relação ou o encontro entre o macho e a fêmea é que os fazem ser homem e mulher.
Todo problema, doença, conflito ou necessidade social, política, econômica e cultural têm sua raiz na sexualidade. Resolvida a questão sexual tudo se harmoniza, as coisas voltam ao lugar, a vida ganha razão de ser, a existência tem seu sentido reconhecido, há alegria na família e no trabalho, existe felicidade na rua e na realidade cotidiana, o amor fica ainda mais bonito, a vida recomeça o seu caminho, as situações de cada dia melhoram , as condições humanas e naturais de viver e existir recuperam sua luz interior, sua força externa, seu poder e energia animadoras dos ambientes vividos, as pessoas se motivam mais para realizar as suas atividades diárias e noturnas, enfim, a vida se alegra, a sociedade fica mais otimista, se equilibram os seres e as coisas, o sorriso aparece na face dos indivíduos e os grupos sociais e as comunidades humanas se incentivam para continuar trabalhando por uma humanidade com mais dignidade e qualidade de vida e trabalho, saúde e educação, os povos e nações retomam o caminho do progresso e do bem-estar de sua gente, e a realidade a nossa volta parece voltar a respirar tranquilidade interior e a calma do corpo e da alma.
Graças a volta às nossas origens: a sexualidade.
Sim, o sentido da vida é a relação amorosa com suas consequências sexuais humanas e naturais entre o homem e a mulher que se amam, se respeitam um ao outro, e se valorizam reciprocamente. Assim, é o encaixe entre os parceiros de cama e os companheiros de caminhada que faz a vida respirar saúde pessoal e bem-estar coletivo, e o bem-comum da sociedade ser uma realidade concreta.
De fato, pau no canal, ferro no buraco, bengala na caverna e canhão no caixote, eis o sentido da vida e a razão do nosso ser, pensar e existir.
A Penetração interior, o encaixe entre o homem e a mulher, eis o que dá vida à vida, entusiasmo interpessoal, razão à interatividade social e sentido ao compartilhamento coletivo.
Só assim eu e os outros podemos verdadeiramente ser felizes.
Graças a Deus ainda existe o amor entre o homem e a mulher e seus efeitos sexuais humanos e naturais.
Deus é bonito.
O Senhor é bacana.
Ele é o Fundamento do amor e do sexo.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Tesão
Tesão
É o encontro de um ferro com um canal. O Ferro olha o canal com amor, pára diante dele, e o observa com desejo, loucura e paixão. E, de repente, decide invadir esse canal, e penetra-o com força e devagar, com amor e carinho, derrubando todas as barreiras pela frente e vencendo todos os obstáculos do caminho, até chegar ao céu do canal, feliz e satisfeito. Então, ele diz: “é gol”. E ela responde sorrindo: “que golaço”.
É o encontro perfeito entre 2 olhares que se amam, se atraem e se desejam.
É a conexão sexual entre uma bengala bem dura e um buraco bem quente.
É o desejo de amar, o prazer de se encontrar, o orgasmo vital, louco e apaixonado entre um homem doido e uma mulher maluca, que se amam, se respeitam e se valorizam um ao outro.
É o macho e a fêmea encaixados sexualmente.
É o amor transformado em sexo.
É o desejo que se faz prazer.
É o prazer do orgasmo pleno de paixão.
É a vida cheia de força e energia, capaz de levantar os mortos e caídos, superar tristezas e angústias, ultrapassar o abismo da morte sem nele cair, transcender os limites do corpo e as fronteiras da alma.
É o amor pleno, rico em conteúdo, feliz da vida e satisfeito com sua parceira de cama e companheira de caminhada.
É o fogo que aquece o desânimo, o calor que esquenta a depressão, as brasas quentes que dão vida e amor ao cotidiano carregado de problemas, conflitos e dificuldades.
É a realidade viva onde o amor penetra para ser paixão e emoção, amizade e generosidade, fraternidade e solidariedade.
É o dia a dia que se transforma para melhor.
É a situação convertida na bondade produtora de concórdia e convergência.
É a circunstância de metamorfose interior em que o bem se cria e a paz reina entre todos e cada um.
É a condição da ordem pessoal e social.
É o bem na família, a alegria na rua e a felicidade no trabalho.
É o otimismo das pessoas que sorriem com alegria e contentamento.
É o lado positivo da vida.
É a energia para cima e para a frente.
É a força dos amantes e a beleza das amadas.
É a vida que vence.
É Deus que abençoa.
É a bênção do Senhor.
Eis o Tesão.
Porque a vida é um tesão.
Eis o seu sentido e a sua razão de ser, pensar e existir.
É o encontro de um ferro com um canal. O Ferro olha o canal com amor, pára diante dele, e o observa com desejo, loucura e paixão. E, de repente, decide invadir esse canal, e penetra-o com força e devagar, com amor e carinho, derrubando todas as barreiras pela frente e vencendo todos os obstáculos do caminho, até chegar ao céu do canal, feliz e satisfeito. Então, ele diz: “é gol”. E ela responde sorrindo: “que golaço”.
É o encontro perfeito entre 2 olhares que se amam, se atraem e se desejam.
É a conexão sexual entre uma bengala bem dura e um buraco bem quente.
É o desejo de amar, o prazer de se encontrar, o orgasmo vital, louco e apaixonado entre um homem doido e uma mulher maluca, que se amam, se respeitam e se valorizam um ao outro.
É o macho e a fêmea encaixados sexualmente.
É o amor transformado em sexo.
É o desejo que se faz prazer.
É o prazer do orgasmo pleno de paixão.
É a vida cheia de força e energia, capaz de levantar os mortos e caídos, superar tristezas e angústias, ultrapassar o abismo da morte sem nele cair, transcender os limites do corpo e as fronteiras da alma.
É o amor pleno, rico em conteúdo, feliz da vida e satisfeito com sua parceira de cama e companheira de caminhada.
É o fogo que aquece o desânimo, o calor que esquenta a depressão, as brasas quentes que dão vida e amor ao cotidiano carregado de problemas, conflitos e dificuldades.
É a realidade viva onde o amor penetra para ser paixão e emoção, amizade e generosidade, fraternidade e solidariedade.
É o dia a dia que se transforma para melhor.
É a situação convertida na bondade produtora de concórdia e convergência.
É a circunstância de metamorfose interior em que o bem se cria e a paz reina entre todos e cada um.
É a condição da ordem pessoal e social.
É o bem na família, a alegria na rua e a felicidade no trabalho.
É o otimismo das pessoas que sorriem com alegria e contentamento.
É o lado positivo da vida.
É a energia para cima e para a frente.
É a força dos amantes e a beleza das amadas.
É a vida que vence.
É Deus que abençoa.
É a bênção do Senhor.
Eis o Tesão.
Porque a vida é um tesão.
Eis o seu sentido e a sua razão de ser, pensar e existir.
Assinar:
Postagens (Atom)
